Ontem e sempre, SALDANHA

Hoje, TASSO


1884

PÁTRIA, LIBERDADE E DEMOCRACIA

NOSSO É O DEVER DE DEFENDÊ-LAS!


2015

PRONUNCIAMENTOS DE CAMPANHA

PÁTRIA, LIBERDADE E DEMOCRACIA, NOSSO É O DEVER DE DEFENDÊ-LAS!

Impõe-se sobre o Brasil, há mais de doze anos, uma cleptocracia fortemente matizada de vermelho, que faz, da gigantesca corrupção e do desvio assustador de recursos públicos, eficazes e eficientes instrumentos de desmoralização da democracia, de suprimento de abundantes recursos para a planejada, programada e já em plena execução ação revolucionária de tomada total do poder, para o enriquecimento dos cofres do partido oficial e de figuras destacadas do aparato partidário, parentes e afins, correligionários e aliados.
Por bem perceber o perigoso quadro em que estamos mergulhados e suas dolorosas e inaceitáveis consequências para a nacionalidade, pelo conhecimento aprofundado da ação comunista no mundo, obtido em sete anos de acompanhamento diário de sua malévola atuação em todos os recantos da terra e em todas as manifestações de atividades humanas, assustei-me com a situação vivida no Brasil, passível de acelerada deterioração em função da reeleição da Sra. Dilma Rousseff, em 26 de outubro de 2014. Estamos, além do mais, sendo alvos permanentes das diabólicas disposições de Antonio Gramsci!
Decidi-me, pois, a ampliar o alcance de minha luta de sempre contra a ameaça vermelha, muito mais mortal e perigosa do que era em 1964. Até 1993, quando ainda na ativa, meus valores e viscerais convicções democráticas, minha espada, a palavra escrita e falada, minha inteligência e minha cultura eram as armas que utilizava em defesa da Pátria. A partir de então, quando na Reserva e, depois, reformado, a palavra substituiu cada vez mais o símbolo por excelência da honra militar, pois que “não cora o sabre de ombrear-se à pena”.Tenho, pois, centenas de textos escritos, todos motivados por profundo, irresistível e totalizante amor ao Brasil, e difundidos pelos mais variados meios, por todos esses anos, desde os tempo da ativa e de 1990, quando os governos sucessivos da República passaram, crescentemente, a afastarem-se da realização dos Objetivos Nacionais Brasileiros! Por tudo isso, sabendo os riscos e incertezas da empreitada, lancei-me candidato a Presidente do Clube Naval.
Procurei por apoios, necessários para formar uma chapa. Foi muito difícil atingir o número necessário de colegas Oficiais, que comungassem comigo dos mesmos ideais e se dispusessem a compor Diretoria, Conselhos Diretor e Fiscal. Mas logramos êxito, afinal, antes do prazo fatal de 10 de janeiro. Escrevi textos e mais textos, separados por curtíssimos intervalos de tempo. Busquei, nos velhos arquivos, pronunciamentos meus das décadas de 1990, 2000, que comprovassem que minha luta pela remuneração digna dos militares e dos civis que conosco trabalham e produzem para a grandeza da Marinha e do Brasil, e pela alocação dos meios e recursos necessários e suficientes para a Marinha e as Forças Coirmãs bem poderem cumprir, na plenitude, sua Missão Constitucional, não era oportunista apelo eleitoreiro, mas convicção e atuação responsáveis e permanentes do Chefe Naval que fui e sou.
Imodestamente, foi de excelência o nível de todos os textos que escrevi e dos depoimentos orais que fiz ao longo da campanha, magnificamente contidos no primoroso site montado pelo CMG Cid Pereira. Foi tudo inspirado por minhas crenças e valores mais profundos, de toda uma longa vida, e motivado pelo amor sem limites, pela paixão que me abrasa o coração, a mente e a alma, pelo Brasil e pela Marinha. Sempre acreditei que as ideias arrastam, principalmente as boas, as dedicadas a Deus, ao aperfeiçoamento dos semelhantes, às boas causas e à Pátria. Por isso, imaginei que impressionariam, emocionariam e motivariam muitos dos meus iguais, que tiveram idêntica formação, a marcharem ombro a ombro comigo, em defesa da Terra Querida, ameaçada mortalmente por traidores e vendilhões que se dedicam a infelicitá-la e a afastá-la do seu grandioso destino.
Pus a alma, pois, na campanha. Não medi cansaço, doença, tempo. Fui a todos os lugares aos quais fui convidado. Levei minha voz entusiasmada, forte, convicta, a quem a quisesse ouvir, mesmo a auditórios a priori considerados hostis. Julgava-me capaz de dobrá-los pela minha crença, pela sinceridade e pela verdade das minhas palavras. Foram quase sete meses de intenso trabalho, de alguns aborrecimentos profundos, pois conviver é sempre difícil e exige espírito cristão de conciliação. Mas, também, de muita alegria, de muita esperança, da satisfação de ver rompidos 22 anos de censura, pela chegada a todos os ambientes, na Marinha e Brasil afora, da minha Mensagem de sempre: “ Estamos prontos a dedicar até o sacrifício da vida, para garantia da Pátria Livre, Altaneira, Democrática, Justa e Benfazeja para todos os filhos!”
Logramos levar a disputa, ao fim e ao cabo, o Alte Dobbin e eu, em ambiente de cavalheirismo, paz e amizade. Foi esse um importante feito, pois as paixões costumam algumas vezes irromper, toldando aquilo que tanto desejamos: o ideal de união e congraçamento entre pessoas que tudo têm para respeitar-se e estimar-se. Finalmente, o resultado. Pouco mais de 20% do total de sócios efetivos apresentaram-se para votar, Brasil afora. Desses cerca de 2200 sócios, em torno de 1600 votaram contra mim, três em cada grupo de quatro votantes...
Não aceitaram meu convite de fazer, do Clube Naval, um bastião da Resistência Democrática contra a ameaça totalitária que paira, perigosamente, sobre nossa Terra (Parte I da minha Plataforma). Em verdade, talvez tenham preferido acreditar que essa ameaça não existe, que tudo está bem no Brasil e seguindo ritmo normal, e que o melhor será manter nosso Clube alheio a considerações de Política Nacional, bem administrado, com competência e experiência, mas dedicado primacialmente a atividades sociais, recreativas, esportivas, assistenciais e de lazer. Também eu procuraria fazer, igualmente e em acréscimo, um bom trabalho nessa linha, haja vista a Parte iI da minha Plataforma.
Em tudo e por tudo, acato a soberana decisão da maioria. Do fundo do coração, reitero meu afetuoso abraço dado no Alte. Dobbin, quando revelado o resultado da eleição, e os votos de muita felicidade na gestão que terá a ventura de continuar, coroando, com mérito, tantos anos de dedicação e de trabalhos em prol do Clube Naval. De espírito leve, satisfeito pelo cumprimento do dever que me impus, de alertar meus iguais para prepararem-se para a borrasca que está para vir, agradeço a Deus Misericordioso mais esta oportunidade que me concedeu de combater o Bom Combate, de expor minhas convicções mais profundas sobre a guarda necessária da Pátria, e aos amigos que me acompanharam, ajudaram e apoiaram
ENQUANTO VIVER E FORÇAS TIVER, ESTAREI SEMPRE PRONTO A DEFENDER A MINHA PÁTRIA CONTRA TODO E QUALQUER INIMIGO QUE A AMEACE, SEMPRE FIEL AO IDEAL DE TODA UMA LONGA VIDA!


Rio de Janeiro, 28 de maio de 2015.
SERGIO TASSO VÁSQUEZ DE AQUINO - Vice-Almirante
Da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil Candidato a Presidente do Clube Naval pela Chapa Liberdade e Democracia

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